sábado, 7 de dezembro de 2013

Valcke faz apelo ao bom senso contra alta de preços na Copa

- Se levar a Copa do Mundo, Brasil fica com R$ 83 mi -
Há um ano, o senhor falou em "Fifa Samba", explicando que a entidade passou a ser mais flexível no seu relacionamento com o Brasil. Como está a situação agora?

"Não podemos ser acusados de não sermos flexíveis quando nos deparamos com vários estádios que não ficam prontos dentro dos prazos. A imagem pode parecer estúpida, mas quando alguém lhe dá um copo meio cheio, é preciso usar o que se tem nesse copo para ter garantir que tudo funciona. Isso não coloca em risco a organização da Copa do Mundo. Deixa apenas o nosso trabalho um pouco mais complicado, às vezes. É impossível ter o sentimento de ter 100% de segurança. Li que o ministro dos esportes, Aldo tinha declarado que a noiva sempre chegava atrasada, mas não impedia o casamento de acontecer. Concordo com ele".

Qual foi seu sentimento nas últimas semanas, quando sentiu que os atrasos estavam se acumulando?

"O fato de um estádio ficar pronto no dia 15 de janeiro e não em 31 de dezembro não é um problema fundamental, era mais uma questão de princípio. Agora o fato de ser o dia 15 de março é mais problemático (O presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse nesta quinta-feira que o Itaquerão, palco do jogo de abertura, em 12 de junho, ficaria pronto apenas em "meados de abril"). Deixa menos tempo para ter certeza de que tudo funciona".
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